RBRF11 e: O (FOF) Fundo de Fundos que Pagou Dividendos Insanos e Pode Ser Seu Bilhete para Renda Passiva Antes da Fusão
Ei, investidor de primeira viagem ou veterano cansado de promessas vazias: se você está aqui, é porque quer saber se o RBRF11 – o Fundo de Investimento Imobiliário RBR Alpha Multiestratégia – é o tal “tesouro escondido” que vai encher seu bolso sem você suar a camisa. Spoiler: ele foi um dos FIIs mais quentes do Brasil, com dividendos que batem de frente com o CDI e uma estratégia que parece saída de um filme de Wall Street, mas sem o drama. Mas ó, em 2025, as coisas esquentaram de verdade com uma fusão bombástica. Vou te contar tudo de forma simples, sem jargões chatos, como se estivéssemos batendo papo no bar. Vamos mergulhar na história, nos números suculentos, nos gráficos coloridos que vão te fazer visualizar o ouro, e no que isso significa pro seu dinheiro agora. Preparado? Bora!
Conhecendo o Fundo
Imagine 2017: o Brasil saindo da recessão, o mercado imobiliário lambendo as feridas, e um grupo de experts da RBR Gestão de Recursos – aqueles caras que sabem farejar oportunidades como tubarão sente sangue na água – decide lançar o RBR Alpha Fundo de Fundos. O ticker? RBRF11. Não era só mais um FII; era um fundo de fundos (FOF), ou seja, um malabarista que investe no que há de melhor em outros FIIs, misturando tijolo (imóveis reais) com renda fixa (aqueles CRIs que rendem sem dor de cabeça).
Lançado em 14 de setembro de 2017 na B3, o RBRF11 veio com uma missão clara: gerar renda mensal gorda e ganhos de capital pra quem quer exposição ao imobiliário sem comprar prédio na esquina. A estratégia? Pelo menos 67% do patrimônio em cotas de outros FIIs (diversificação total, tipo um buffet de imóveis), e até 33% em ativos como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) pra dar aquele tempero de estabilidade. Gestão ativa, ou seja, os gestores da RBR (com o BTG Pactual no volante da administração) ficam de olho 24/7, comprando e vendendo pra bater o benchmark (o maior entre IGP-M + 3% ou 4,5% ao ano).
Nos primeiros anos, foi um sucesso: o fundo cresceu rápido, patrimônio explodiu pra mais de R$1 bilhão, e os dividendos fluíam como cerveja em churrasco. Em 2020, no caos da pandemia, ele se segurou bem, distribuindo yields acima de 10% enquanto o IFIX (índice dos FIIs) balançava. 2022 e 2023? Selic nas alturas ajudou, e o RBRF11 surfou na onda de juros altos, pagando proventos que deixavam o poupança no chinelo.
Mas 2025 trouxe o plot twist épico: fusão com o RBRX11! Aprovada em setembro, a incorporação transfere todos os ativos do RBRF11 pro RBRX11, criando um monstro de hedge fund imobiliário – o terceiro maior do mercado. Cotistas do RBRF11 viram donos de cotas no novo fundo, sem perda de valor, mas o RBRF11 foi extinto. Último dia de negociação na B3? 2 de outubro de 2025. Se você tá lendo isso em novembro, já era: migre pro RBRX11 pra continuar a festa. Essa jogada? Estratégica pra cortar custos e turbinar a escala, mas sem mágica – é o mercado dizendo “junte forças ou morra”.
Resumindo a trajetória em números crus: de um PL inicial modesto pra R$1,18 bilhão hoje, com 136,8 milhões de cotas emitidas. VP por cota? R$8,63. E o preço na B3 antes da fusão? Uns R$6,53 a R$6,66 – negociando com deságio de 23% (P/VP de 0,77), o que é um baita desconto pra quem gosta de comprar na promoção.
Como Funciona o RBRF11? Explicado pra Quem Odeia Finanças (Mas Ama Dinheiro)
Simples como um hambúrguer: você compra cotas do RBRF11, e pronto – vira sócio indireto de dezenas de FIIs top (logística, shoppings, lajes corporativas). Os rendimentos vêm de aluguéis, vendas e juros, distribuídos mensalmente (mínimo 95% dos lucros, isento de IR pra pessoa física). Taxas? 0,8% ao ano de gestão + 0,2% de administração – nada exorbitante pra um fundo ativo.
Riscos? Mercado imobiliário oscila com economia (inflação, juros), e como FOF, depende dos “filhos” (outros FIIs). Mas a diversificação salva: não é tudo em um ovo só. Benchmark batido consistentemente? Sim, com rentabilidade ajustada superando o IFIX em vários trimestres. Em resumo: renda passiva com upside de valorização, ideal pra quem quer dormir tranquilo enquanto o dinheiro trabalha.
Desempenho que Impressiona: Números, Gráficos e a Verdade Nua e Crua
Agora o suco: em 2025 (até outubro), o RBRF11 valorizou 9,90% no preço da cota, mas o retorno total (com dividendos) bateu 10,49% no ano. Nos últimos 12 meses? DY de 13,54% (R$0,90 por cota), totalizando 23% de retorno bruto. Nos 5 anos? 12,59% acumulado – modesto, mas estável num mercado que comeu poeira na pandemia.
Patrimônio? R$1,18 bi, crescendo devagar mas firme. Liquidez? Alta, com milhares de negócios diários – fácil entrar e sair. Comparado ao IFIX? O RBRF11 ganhou de lavada em dividendos, mas o preço da cota patinou por causa do deságio geral nos FOFs (queda de 4,42% no setor em 2025).
Gráfico 1: Evolução dos Dividendos Mensais em 2025 – Veja Como o Caixa Flui!
Aqui vai um gráfico de barras colorido mostrando os proventos por cota ao longo de 2025. Note o pico em janeiro e outubro – meses de festa pros cotistas. Isso é renda real, não promessa.

Olha só: média de R$0,07 por mês, mas com picos que empurram o DY anual pra 20%+ em bons cenários. Se você reinvestisse, o composto vira bola de neve.
Tabela de Rentabilidade: Comparação Rápida pra Você Decidir
| Período | Rentabilidade Total (%) | DY Acumulado (%) | Valorização Cota (%) |
|---|---|---|---|
| Último Mês | 0,00 | 1,80 | -0,50 |
| Último Ano | 10,49 | 13,54 | 9,90 |
| 3 Anos (CAGR) | 6,82 | – | 5,70 |
| 5 Anos (Total) | 12,59 | – | 2,77 (CAGR) |
| Vs. IFIX (1 Ano) | +2,5 | +3,0 | -1,2 |
(Fonte: Status Invest e Funds Explorer, dados até out/2025)
Esses números não mentem: o RBRF11 é rei dos dividendos, mas a cota precisa de um empurrão pra voltar ao VP.
Vale a Pena em 2025? Minha Opinião Sem Filtro (E o Que Fazer Agora)
Direto ao ponto: antes da fusão, era um compra forte pros caçadores de yield – desconto de 23% no P/VP gritava “oportunidade”, e os dividendos de 13-20% batiam qualquer CDB. Pós-fusão no RBRX11? O novo fundo herda o DNA vencedor, com PL turbinado e custos menores. Mas avalie: se você curte diversificação imobiliária sem headache, migre já. Riscos? Juros caindo podem apertar yields, e vacância em imóveis é o vilão eterno.
Dica de ouro: comece pequeno, reinvista dividendos, e diversifique (nunca mais de 10% da carteira num só FII). Rentabilidade passada? Não garante futuro, mas o histórico do RBRF11 é sólido como concreto. Quer mais? Acompanhe o RBRX11 agora – o show continua.



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